Enquanto
o Barack Obama faz o joguinho dele, indo à
público
para dizer que a BP terá de pagar por todo o
dano causado pelo vazamento de petróleo,
além de assumir o compromisso de reconstruir
as regiões afetadas, alguns cientistas estão
se pronunciando em um tom completamente
destoante do governo americano.Em síntese, eis o que realmente estaria acontecendo:
O petróleo jorra a uma pressão altíssima (70.000 psi) através da crosta terrestre e libera entre 80 e 100 mil barris por dia.
O fluxo de petróleo e gases tóxicos está liberando também rochas e areia, o que faz com que o fluxo cria um efeito de jato de areia no dispositivo que está na cabeça do poço, que efetivamente está absorvendo uma pequena parte do petróleo que está vazando.
À medida que a cabeça do poço se desgasta, graças ao constante jateamento de areia e pedras, um fluxo maior ainda é liberado. Mesmo que a BP seja capaz de colocar um sifão para escoar o petróleo como afirmam querer fazer, isso não será totalmente possível, pois a cabeça do poço está ficando mais larga à medida que a pressão causa a erosão das bordas e do dispositivo.
A tubulação da cabeça do poço tinha originalmente duas polegadas de diâmetro. Agora, ela pode ter menos de uma polegada e se desgasta ainda mais com o passar dos dias. O petróleo já alcançou a Corrente do Golfo e está penetrando na corrente oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte que a Corrente do Golfo. Isso significa que todo esse petróleo pode alcançar todos os oceanos do planeta em apenas 18 meses.
Coloco abaixo um vídeo da NASA, mostrando o avanço do vazamento. Vale lembrar que o vídeo cobre apenas o período de 20 de abril, data da explosão da Deepwater Horizon, até 24 de maio de 2010. De lá para cá, a sopa tóxica já se espalhou ainda mais:
O petróleo, juntamente com os gases, incluindo o benzeno e outras toxinas, está eliminando o oxigênio da água, o que está aniquilando todos os tipos de vidas oceânicas nas regiões afetadas. Além disso, há o petróleo que chega às costas, que causará danos ainda mais terríveis para os habitantes terrestres.
Com a situação atual exposta, chega o momento das expectativas:
Em algum momento, o buraco escavado na terra por baixo da cabeça do poço ficará tão grande e frágil, que a intensa pressão empurrará a cabeça do poço para cima, permitindo a total fuga do petróleo, sem restrição alguma.
O buraco continuará aumentando em tamanho e permitindo que mais e mais petróleo escape para o Golfo do México. Depois que forem liberados alguns bilhões de barris no mar, a pressão dentro do enorme buraco por baixo do solo oceânico começará a estabilizar.
Isso permitirá que a água, que está sob intensa pressão a 1600 metros de profundidade, penetre no buraco e na cavidade onde se encontrava o petróleo que foi liberado. A temperatura nessa profundidade é de aproximadamente 400 graus Celsius, possivelmente mais.
Nessa temperatura, a água se vaporizará e voltará à corrente, criando uma força colossal, que levantará o solo do Golfo. É difícil calcular a quantidade de água que se deslocará pela coluna e pela cavidade, não sendo então possível calcular exatamente o desnível que o solo marinho sofrerá.
De qualquer modo, o deslocamento criará um tsunami com ondas entre 6 e 24 metros. O solo marinho, agora revirado, cairá sobre a câmara – já sem óleo e sem água super pressurizada. Dessa forma, a natureza selará o buraco.
Mas isso é no mar… Dependendo da altura do tsunami, os restos do oceano, do petróleo e das estruturas existentes que serão arrastadas pelo interior da costa – um perímetro entre 80 e 300 quilômetros desaparecerá completamente. Mesmo que os escombros sejam retirados e toda a área atigida, limpa, os contaminantes que permanecerão no solo e na água tornarão a região impopulável por um número de anos ainda desconhecido.
Fonte: Tom Buyea FL News Service. A Global Research originalmente publicou o artigo, mas não está mais disponível. Info sobre o Dr. Wickstrom aqui.
Ah, só mais um lembrete: O desastre ambiental causado por vazamento de petróleo também já havia sido descrito no game Illuminati: New World Order.
do blog: http://foguinhofogaovulcao.blogspot.com/2010/06/golfo-do-mexico-cientistas-contam-o-que.html
VEJA A CHUVA DE ÓLEO EM NEW ORLEANS
O serviço de meteorologia referiu que o fenômeno não é possível, porque o petróleo não evapora e que a «chuva negra» é apenas um mito.
No entanto, devido ao desastre no Golfo do México e às tentativas da BP para combater o derrame, existe a possibilidade de alguma evaporação de petróleo no círculo da água
DO SITE: http://diario.iol.pt/ambiente/tvi24-ambiente-chuva-petroleo-luisiana-video/1172691-4070.html
Tartaruga marinha é vista morta nas areias da praia de Bay Saint Louis, Mississippi
David Quinn/AP
Garça é limpa, após ser atingida pelas águas contaminadas de óleo, no Golfo do México, EUA


Onda suja com petróleo chega apraia do Estado de Alabama, nos EUA. Dave Martin/AP
Conheça cinco animais ameaçados pelo derramamento de óleo nos EUA
http://www.animaisos.org/noticia.php?id=1087
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O líquido negro e pegajoso que gruda
nas asas dos pássaros é apenas uma
parte do desastre ambiental causado
pelo derramamento de petróleo que
atinge a costa dos EUA no Golfo do
México.
Segundo Administração Nacional
Oceânica e Atmosférica (NOAA, em
inglês) dos EUA, o óleo pode irritar
pele, os olhos e membranas dos
animais marinhos. Além disso, seus
gases podem causar problemas
pulmonares e, se ingerido, causa
úlceras, sangramentos e irritações,
além de problemas no fígado e nos
rins.
As aves e os mamíferos ainda podem
morrer de frio. "Eles perdem a
capacidade de impermeabilização,
pois a pele deles é recoberta por
uma camada especial de gordura, e o
petróleo permite que a água penetre.
No caso das aves, também é perdida a
capacidade de voar", explica o
oceanógrafo Gilberto Fillmann,
professor da Universidade Federal do
Rio Grande (Furg).
De acordo com o especialista,
enquanto o óleo está no alto mar ele
se dilui com facilidade e os animais
conseguem fugir da mancha. Quando
chega à costa, porém, o petróleo
começa a se acumular e os bichos não
têm para onde escapar.
Foto: Pelicano-marrom sujo de óleo é
visto em praia da Louisiana, nos
EUA. Além não conseguirem mais voar,
as aves podem morrer de frio por
perderem uma película de proteção
que é afetada pelo óleo. Elas também
podem ingerir petróleo quando tentam
tirá-lo de suas penas. (Foto: Sean
Gardner/Reuters)
Recuperação
O perigo para o ambiente não cessa
quando o vazamento de petróleo é
contido. "Em um mangue, o óleo pode
demorar dezenas de anos para sair",
diz Fillmann. "Os organismos voltam
a povoar a costa, mas os
hidrocarbonetos [componentes do
petróleo] vão sendo liberados em um
nível maior do que o tolerado. Em
longo prazo será afetada a
capacidade reprodutiva, o sistema
imunológico, os hormônios."
Para os animais que conseguirem
sobreviver ao desastre, existe
chance de recuperação. Segundo o
oceanógrafo, o petróleo pode ser
expelido do corpo ao longo do tempo,
já que seus componentes são
orgânicos e os bichos têm mecanismos
para expulsá-los.
"O óleo não se acumula na cadeia
alimentar. É diferente do que
acontece com o DDT e alguns metais",
conta.
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Conheça alguns dos animais mais ameaçados pela mancha de óleo no Golfo do México |
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Tartaruga marinha
Além de colocar
ovos nas praias,
agora
contaminadas,
elas podem se
intoxicar com o
óleo, afundar e
morrer. Algumas
espécies que
vivem na região
já estão
ameaçadas de
extinção, como a
tartaruga-de-couro,
a maior do
mundo. |
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Golfinho
O grupo dos
cetáceos, como
golfinhos,
baleias,
cachalotes e
orcas têm a pele
sensível e
precisam subir à
superfície para
respirar. Quando
fazem isso, além
de se sujar de
óleo, podem
inalar gases
tóxicos, que
causam problemas
pulmonares. |
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Atum vermelho Já ameaçado pela pesca excessiva, o peixe – também chamado de atum azul – desovou no mês de maio, justamente durante o espalhamento do óleo, que pode matar as larvas do animal. Os adultos também estão em risco, já que o petróleo pode grudar em suas guelras (órgão respiratório dos peixes). |
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Pelicano-marrom A ave é o símbolo da Luisiana, o estado mais atingido pela "maré negra". O bicho já vinha sendo ameaçado pela destruição de seu território, e agora é um dos bichos que mais sofre com o óleo, pois procria e se alimenta na costa, onde o petróleo se acumula. |
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Peixe-boi-marinho
O animal, que
vive próximo à
costa, se
alimenta de
vegetais, que
podem estar
contaminados com
óleo. Além
disso, a mancha
pode impedir que
a luz do sol
penetre na água,
dificultando o
crescimento
dessas plantas,
alerta a ONG
Save the Manatee
Club. |
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Fontes: Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), Defenders of Wildlife e Save the Manatee Club. |
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(Foto:
aSIMULAtor/Flickr
- Creative
Commons,
by-nd)
(Foto:
Ste Elmore/Flickr
- Creative
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(Foto:
Wikimedia
Commons)
(Foto:
Ingrid
Taylar/Flickr
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(Foto:
Jim Reid,
USFWS/Divulgação)