José Trigueirinho Netto, nascido
em 1931, no Brasil, convida os leitores de seus 76 livros e os
ouvintes de seus mais de 1.400 CDs gravados ao vivo em suas
palestras a expandir o próprio pensamento e encontrar uma visão mais
ampla da vida. Todos os seus livros, cerca de 2 milhões de
exemplares publicados até o momento, foram traduzidos para o
espanhol. Encontram-se em andamento traduções para o inglês e o
francês, além de braile.
Sua obra torna explícita uma realidade maior, da qual a humanidade
se aproxima com rapidez. Na medida em que certos processos
planetários amadurecem, vislumbra-se um novo começo para todos os
que se dispõem a ir além dos limites do conhecido.
Sinais celestes apontam para a relação que se desenvolve entre a
realidade subjetiva e a objetiva, e Trigueirinho apresenta-nos esses
sinais. Por saber que todos seremos fortalecidos se ativarmos nosso
potencial interno e tomarmos o caminho ascendente, ele compartilha
generosamente mesmo o que possa ser considerado impossível de
provar.
Na escuridão
mais densa, raios de luz anunciam novo ciclo
O crescente caos nos níveis externos do planeta não deve ser
motivo de tristeza ou desânimo. Ao contrário, indica a
aproximação dos momentos finais de longa e obscura noite na
qual a vida planetária esteve imersa. No decorrer de várias
etapas o homem da superfície da Terra foi mantido na
ignorância por aqueles que representaram forças involutivas
de aparentemente grande poder. Essas forças instigaram
acontecimentos como o incêndio da Biblioteca de Alexandria;
a queima de documentos da civilização maia (século XVI) por
um bispo espanhol da província de Yucatã; o expurgo, da
Bíblia, dos ensinamentos de Enoch; o cancelamento nos
documentos históricos, promovido pela Igreja, da figura de
Apolônio de Tiana, até chegarmos a hoje, quando métodos mais
sutis são usados para perpetrar crimes semelhantes. Todavia,
é exatamente após a mais densa escuridão que raios de luz
começam a despontar, anunciando um novo ciclo.
Não tarda o momento em que, em maior proporção, fatos
inusitados sucederão em toda a superfície da Terra,
revelando a existência de mundos paralelos e de seus
habitantes. Há milênios, esses seres vêm auxiliando em
silêncio a humanidade, impedindo-a de se autodestruir.
Contudo, são hoje habilmente ridicularizados em
histórias de ficção difundidas em filmes e livros que
incutem na mentalidade humana impressão desvirtuada.
Isso prossegue porque a crítica e a ironia são as
defesas do homem despreparado para estar diante do que o
transcende.
No entanto, existem também disponíveis instruções e
informes sérios, de cunho genuinamente supramental, que
fazem o importante trabalho de desanuviar a consciência
humana e planetária de falsas concepções. Se um ser
busca sinceramente o motivo e as bases para a vida na
superfície da Terra, poderá encontrar estímulo em seres
como Sri Aurobindo, que afirmou que a experiência da
vida humana sobre a Terra se deu várias vezes antes
dessa e se repetirá outras tantas. Segundo ele, em tudo
o que fazemos hoje, aproveitamo-nos subconscientemente
da experiência de inumeráveis precursores, e nosso
trabalho fecundará planetas desconhecidos e mundos ainda
incriados.
Ingressamos num ciclo em que poderão realizar-se avanços
no campo suprapessoal e na unificação interna de grupos
que compõem a rede de serviço planetária. Fatos tidos
como improváveis ou de difícil aceitação pela mente
racional poderão fazer parte da experiência cotidiana de
muitos desses grupos.
A hierarquia espiritual acompanha os pequenos e os
grandes movimentos que se passam no planeta e nos
indivíduos. Transmite-lhes potente energia para suprir
necessidades em diversos níveis, e seus instrumentos
externos são os grupos dedicados ao trabalho evolutivo.
Para agir em sintonia com as metas por elas
determinadas, tais grupos precisam manter viva a
aspiração de remover os obstáculos a que a humanidade
como um todo tenha uma existência liberta. Essa
aspiração é acolhida e, quando chegar a hora,
transformações definitivas se consumarão.
A ajuda está disponível, mas os caminhos oferecidos por
essa civilização desviam o homem da realidade interna,
da vida superior. É preciso adesão sempre renovada,
contínua, permanente. A atitude positiva de ontem pode
estar desatualizada hoje. A concentração no eterno
presente revela o que deve ser vivido a cada instante.
Apesar do caos, pressentem-se mudanças positivas e
benéficas. Esse pressentimento pode antecipar a
manifestação da verdade e devemos estar preparados para
acolhê-la.